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Gilberto Gil defende portunhol no FSM
Por: Pedro Kaul, Brasil, (Santa Catarina), escreve
Saturday, Jan. 29, 2005 at 2:34 AM
Pedro Kaul, Brasil, (Santa Catarina), escreveu:
Pedro Kaul, Brasil, (Santa Catarina), escreveu:
Irmãos lusófonos:
Vejam, através da notícia, abaixo, nas mãos de quem continuamos nós, no Brasil, no âmbito do Ministério da Cultura desse país.
Nós, que amamos a nossa Língua Portuguesa, nós - brasileiros, portugueses, galegos, angolanos, moçambicanos, guineenses, cabo-verdianos, são-tomenses, timorenses, macaenses e luso-indianos -, que tudo fazemos para ver a nossa língua cada vez mais prestigiada, mais conhecida e mais respeitada mundo afora, para que ela venha a desfrutar um dia do mesmo "status" de língua internacional de que desfrutam o Inglês, o Francês e o Espanhol.
Para mim não foi surpresa. Já conhecia as idéias do gajo (como diriam os portugueses). Não é a primeira vez que GG dá as costas ao Idioma de Camões.
Lembram-se do mal-estar que ele causou na Galiza, no ano passado, ao recusar-se a fazer pronunciamento em Português, como lhe haviam pedido os galegos ? Na ocasião, eu apoiei os protextos que surgiram na Internet, com uma pequena mensagem a que dei o título de "Cavalgaduras".
Pela lógica, a presente mensagem deveria se entitular, então, "Cavalgaduras II".
Entretanto, conforme podem observar, acima, achei por bem ser menos contundente no título, para não chocar inicialmente os amigos: optei pelo título de O ministro e suas idéias sobre o "Portunhol".
Vejam o "besteirol". Abrs. P. Kaul. (Brasil)
============================== FÓRUM SOCIAL Gil defende 'portunhol' como língua [ Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, 28/01 - 20:12 ] O ministro da Cultura, Gilberto Gil, quer ver o "portunhol" fluindo no Brasil e na América do Sul, sem preconceitos, assim como o técnico do Real Madri, Vanderlei Luxemburgo, tem feito em Madri.
Gil, que participou hoje da conferência América do Sul: Integração, Soberania e Desenvolvimento, no 5.º Fórum Social Mundial (FSM), em Porto Alegre, entende que o portunhol é uma língua "em gestação, que está nascendo".
"Tem de deixar fluir, sem preconceitos. Não deixar fluir é impedir os fluxos das trocas e das linguagens e dos entendimentos que se dão dessa forma", avaliou. Ele diz ter aderido à "nova língua", em 2004, durante encontro mundial de ministros de Cultura em Xangai, na China. "Pedi permissão para me pronunciar em portunhol", contou, ao garantir ter sido plenamente compreendido tanto por aqueles que dominam a língua portuguesa, como também pelos nativos da língua espanhola.
"O portunhol é uma manifestação espontânea, natural, vinda dos corpos e das almas culturais dos nossos povos. Nós precisamos nos entender, não sabemos um a língua do outro e temos, ao mesmo tempo, certos resíduos das línguas do português entre eles e do espanhol entre nós, o que nos propicia falar palavras", analisou. "Temos trocas, uma comunicação histórica que, ainda que incipiente, vem sendo feita ao longo desses anos e que propiciou exatamente o fato que tenhamos que falar um pouco as duas línguas, e isso criou uma outra língua que é uma mistura das outras duas, o portunhol." O ministro acredita que, como o processo de integração dos países latino-americanos, e principalmente, sul-americanos, tem sido acelerado, é natural que cada vez mais o portunhol faça parte do cotidiano dos povos.
"O fato de podermos ensinar formalmente mais português nos países hispanos e mais espanhol no Brasil vai fazer com que dominemos melhor as nossas línguas e estimulemos o aperfeiçoamento e o desenvolvimento da terceira língua, o portunhol", projetou.
Ele enfatizou que, no México e em Cuba, o ensino da língua portuguesa foi intensificado como forma de garantir uma maior comunicação com brasileiros, ao passo que, no Brasil, o Ministério da Educação estabeleceu que o ensino de espanhol também seja expandido e intensificado nas escolas públicas.
"O portunhol tende a crescer no continente sul-americano. No turismo, por exemplo, as praias de Camburiú são locais naturais para proliferação do portunhol, para o laboratório dessa língua. Os turistas brasileiros que vão para Chile e Argentina também encontram laboratórios para essa língua porque precisam se comunicar", justificou. "O brasileiro diz 'Yo quiero falar con usted', embora não se lembre do hablar, mas lembra que usted significa você. E o argentino vai entender quando ele falar isso. A mesma coisa quando o argentino chega aqui e diz 'Yo quiero hablar con você'. É a mesma coisa e é assim que nasce a língua e o entendimento." Defensor do novo idioma, o ministro não deseja, entretanto, ver nenhuma influência acadêmica ou de normatização gramatical para o incipiente idioma, muito menos um ensino sistematizado do portunhol. "Deixa a língua nascer, crescer, deixa ela no lexo natural, na gramática natural. Ela é uma língua livre e precisa ser uma língua livre", opinou, acrescentando ser o portunhol "uma língua das ruas, dos negócios, das trocas, dos hotéis, dos motéis, dos estádios, do futebol, do nosso tempo, da nossa diversidade cultural". Talvez no futuro, "daqui uns 50 anos", o portunhol seja uma língua que venha a ter a necessidade de uma gramática, "e coisas desse tipo", nas palavras do ministro.
Gil também não vê nenhum mal em o exame de inglês para a carreira de diplomacia, no Itamaraty não ser mais eliminatório. "Não acho que seja necessário saber inglês para teste de nada, num país em que se fala português. A não ser para alguma coisa que se refira especificamente, como para uma cadeira de inglês (na universidade)", avaliou.
viva o portunhol!
Por: gato
Tuesday, Feb. 01, 2005 at 6:50 AM
Lamento los comentarios de este personaje medio nacionalista. Yo vengo de una zona lingüística donde se extienden los DPU (dialectos portugueses uruguayos), que se hablaban al norte del Rìo Negro desde antes que ningùn otro idioma europeo. Estoy orgulloso de eso, me ayuda a comunicarme con mis amigos del Brasil, los ayuda a ellos, y ayuda a que todos nos encontremos, sin perder nuestra identidad. Como dirìa Deleuze, no existe algo asì como una "lengua madre", lo que hay es siempre un dialecto que logra imponerse a los otros, a partir del poder de alguna parroquia o ejèrcito. Las lenguas provienen de la mezcla. Las culturas crecen del intercambio y el respeto mutuo. Temen los ultranacionalistas, y los tradicionalistas. Y sonreìmos los que sentimos que las fronteras las hicieron los de arriba para dividirnos a los de abajo. Como dijo un compañero de Goiânia, en la reuniòn de CMI Latina: "Vamos a falar en potunhol, uma lengua de uniao da America Latina, agora que estamos juntos hispanohablantes y lusohablantes." Que sea.
Otra vez, gâtito...?
Por: Triki
Tuesday, Feb. 01, 2005 at 1:01 PM
A ver, mi muy estimado señor Gâto... me podria conceder el gran favor de traducir ese articulo, asi los no-ilustrados que no sabemos hablar en portugues, tambien podemos entender???! Muy agradecido Triki
me da um tempo, cara
Por: gato
Wednesday, Feb. 02, 2005 at 11:28 AM
Triki: Pongo la traducción como comentario mañana (hoy tengo que seguir durmiendo, jeje). Un abrazo felino.
ahora sí en castellano
Por: gato
Friday, Feb. 04, 2005 at 8:13 AM
Pedro Kaul, Brasil, (Santa Catarina), escribió:
Hermanos lusófonos:
Vean, a través de la noticia, debajo, en las manos de quién continuamos nosotros, en el Brasil, en el ámbito del Ministerio de la Cultura de este país.
Nosotros, que amamos nuestra Lengua Portuguesa, nosotros -brasileños, portugueses, gallegos, angolanos, mozambicanos, guineenses, cabo-verdianos, santo tomasianos, timorenses, macaenses y luso-indios-, que todo hacemos para ver a nuestra lengua cada vez más prestigiada, más conocida y más respetada en el mundo, para que vena a disfrutar un día del mismo "status" de lengua internacional de que disfrutan el Inglés, el Francés y el Español.
Para mí no fue sorpresa. Ya conocía las ideas del gajo (como dirían los portugueses). No es la primera vez que GG da la espalda al Idioma de Camoes.
¿Recuerdan el mal estar que causó en Galicia, el año pasado, al rehusarse a hacer declaraciones en Portugués, como le habían pedido los gallegos? En la ocasión, aporté a los t3extos que surgieron en la Internet, con un pequeño mensaje al que di el título de "Cavalgaduras".
Por lógica el presente mensaje debería intitularse, entonces, "Cavalgaduras II".
Entretando, conforme pueden observar, encima, hallé mejor ser menos contundente en el título, para no chocar inicialmente a los amigos: opté por el título de El ministro y sus ideas sobre el "Portunhol".
Vean al "besteirol" (bestiario, bestialidad?) Abrazo. P.Kaul. (Brasil)
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FÓRUM SOCIAL Gil defiende el "portunhol" como lengua [Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, 28/02 - 20:12] El ministro de la Cultura, Gilberto Gil, quiere ver al "portunhol" fluyendo en el Brasil y en la América del Sur, sin preconceptos, así como el técnico del Real Madrid, Vanderlei Luxemburgo, lo ha hecho en Madrid.
Gil, que participó hoy de la conferencia América del Sur: Integración, Soberanía y Desarrollo, en el V FSM, en P.Alegre, entiende que el portunhol es una lengua "en gestación, que está naciendo".
"Hay que dejarla fluir, sin preconceptos. No dejar fluir es impedir los flujos de intercambios y de los lenguajes y de los entendimientos que se dan de esa forma", evaluó. Él dice haber aderido a la "nueva lengua", en 2004, durante el encuentro mundial de ministros de Cultura en Shangai, China. "Pedì permiso para pronunciarme en portunhol", conto, al garantizar haber sido plenamente comprendido tanto por aquellos que dominan la lengua portuguesa, como también por los nativos de la lengua española.
"El portunhol es una manifestación espontánea, natural, venida de los cuerpos y de las almas culturales de nuestros pueblos. Nosotros precisamos entendernos, no sabemos la lengua del otro y tenemos, al mismo tiempo, ciertos rastros de las lenguas del portugués entre ellos y del español entre nosotros, lo que nos permite hablar palabras", analizó. "Tenemos intercambios, una com8unicación histórica que, aunque incipiente, viene siendo hecha a lo largo de estos años y que propició exactamente el hecho que tengamos que hablar un poco las dos lenguas, y eso creo otra lengua que es una mezcla de ambas, el portunhol." El ministro cree que, como el proceso de integración de los países latinoamericanos, y principalmente sudamericanos, ha sido acelerado, es natural que cada vez más el portunhol haga parte de la cotidianeidad de los pueblos.
"El hecho de que podamos enseñar formalmente más portugués en los países hispanos y mas español en el Brasil va a hacer que dominemos mejor nuestras lenguas y estimulemos el perfeccionamiento y el desarrollo de la tercera lengua, el portunhol", proyectó.
Enfatizó que, en México y en Cuba, la enseñanza de la lengua portuguesa fue intensificada como forma de garantizar una mayor comunicación con los brasileños, al tiempo que, en el Brasil, el Ministerio de la Educación estableció que la enseñanza del español también sea expandida e intensificada en las escuelas públicas.
"El portunhol tiende a crecer en el continente sudamericano. En el turismo, por ejemplo, las playas de Camboriú son lugares naturales para la proliferación del portunhol, para el laboratorio de esa lengua. Los turistas brasileños que van para Chile y Argentina también encuentran laboratorios para esa lengua porque precisan comunicarse", justificó. "El brasileño dice 'Yo quiero falar con usted', más allá que no se acuerde del hablar, pero recuerda que usted significa você. Y el argentino va a entender cuando él diga eso. La misma cosa cuando el argentino llega aquí y dice 'Yo quiero hablar con você'. Es la misma cosa y es asì que nace la lengua y el entendimiento." Defensor del nuevo idioma, el ministro no desea, entretanto, ver ninguna influencia académica o de normatización gramatical para el incipiente idioma, mucho menos una enseñanza sistematizada del portunhol. "Deja a la lengua nacer, crecer, déjala en su lecho natural, en la gramática natural. Ella es una lengua libre y precisa ser una lengua libre", opinó, creyendo que el portunhol es "una lengua de las calles, de los negocios, de los intercambios, de los hoteles, de los moteles, de los estadios, del fútbol, de nuestro tiempo, de nuestra diversidad cultural". Tal vez en el futuro, "de aquì a unos 50 años", el portunhol sea una lengua que tenga necesidad de una gramàtica, "y cosas de ese tipo", en las palabras del ministro.
Gil tampoco ve ningún mal en que el examen de inglés para la carrera de diplomacia, en el Itamaraty, no sea más eliminatorio. "No hallo que sea necesario saber inglés para salvar examen alguno, en un país en que se habla portugués. A no ser para alguna cosa que se refiera específicamente, como para una cátedra de inglés (en la universidad)", evaluó.
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